Póvoa de Varzim, Agosto 2007
Não há nada de absolutamente extraordinário nesta fotografia. Se tanto, mantém-se fiel à minha corrente “impressionista”, à direcção em que o meu trabalho tem procurado posicionar-se nos últimos anos e que, de forma mais ou menos bem conseguida e insistida, tem alcançado.
Em termos pessoais, contudo, esta fotografia fica para a minha história como o marco de um ponto de viragem. Nesta noite e na anterior, dentro da minha cabeça e no fundo do meu coração, realinhavam-se os astros e dava-se um determinante passo em frente.
Nesta noite, enregelada, limpando a alma dos ruídos do mundo e escutando somente o ancestral pulsar do oceano olhei a parte da minha vida que a ti dizia respeito; já não como aquilo que eu achava que podia ser mas como aquilo que eu queria que fosse. Amar-te, desejar-te e querer-te era um caminho que eu sabia que acabaria por fazer, mas que ali, sem retorno e sem medo, iniciei.

Póvoa de Varzim, Agosto 2007

Não há nada de absolutamente extraordinário nesta fotografia. Se tanto, mantém-se fiel à minha corrente “impressionista”, à direcção em que o meu trabalho tem procurado posicionar-se nos últimos anos e que, de forma mais ou menos bem conseguida e insistida, tem alcançado.

Em termos pessoais, contudo, esta fotografia fica para a minha história como o marco de um ponto de viragem. Nesta noite e na anterior, dentro da minha cabeça e no fundo do meu coração, realinhavam-se os astros e dava-se um determinante passo em frente.

Nesta noite, enregelada, limpando a alma dos ruídos do mundo e escutando somente o ancestral pulsar do oceano olhei a parte da minha vida que a ti dizia respeito; já não como aquilo que eu achava que podia ser mas como aquilo que eu queria que fosse. Amar-te, desejar-te e querer-te era um caminho que eu sabia que acabaria por fazer, mas que ali, sem retorno e sem medo, iniciei.

Póvoa de Varzim, Agosto 2007
Não há nada de absolutamente extraordinário nesta fotografia. Se tanto, mantém-se fiel à minha corrente “impressionista”, à direcção em que o meu trabalho tem procurado posicionar-se nos últimos anos e que, de forma mais ou menos bem conseguida e insistida, tem alcançado.
Em termos pessoais, contudo, esta fotografia fica para a minha história como o marco de um ponto de viragem. Nesta noite e na anterior, dentro da minha cabeça e no fundo do meu coração, realinhavam-se os astros e dava-se um determinante passo em frente.
Nesta noite, enregelada, limpando a alma dos ruídos do mundo e escutando somente o ancestral pulsar do oceano olhei a parte da minha vida que a ti dizia respeito; já não como aquilo que eu achava que podia ser mas como aquilo que eu queria que fosse. Amar-te, desejar-te e querer-te era um caminho que eu sabia que acabaria por fazer, mas que ali, sem retorno e sem medo, iniciei.

Póvoa de Varzim, Agosto 2007

Não há nada de absolutamente extraordinário nesta fotografia. Se tanto, mantém-se fiel à minha corrente “impressionista”, à direcção em que o meu trabalho tem procurado posicionar-se nos últimos anos e que, de forma mais ou menos bem conseguida e insistida, tem alcançado.

Em termos pessoais, contudo, esta fotografia fica para a minha história como o marco de um ponto de viragem. Nesta noite e na anterior, dentro da minha cabeça e no fundo do meu coração, realinhavam-se os astros e dava-se um determinante passo em frente.

Nesta noite, enregelada, limpando a alma dos ruídos do mundo e escutando somente o ancestral pulsar do oceano olhei a parte da minha vida que a ti dizia respeito; já não como aquilo que eu achava que podia ser mas como aquilo que eu queria que fosse. Amar-te, desejar-te e querer-te era um caminho que eu sabia que acabaria por fazer, mas que ali, sem retorno e sem medo, iniciei.

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